Projeto Saneamento Vivo amplia mobilização com municípios durante setembro

Durante o mês de setembro, o Projeto Saneamento Vivo (PSV) deu continuidade às ações de mobilização com municípios brasileiros, reunindo representantes de 19 municípios de seis estados em três encontros virtuais realizados nos dias 4, 18 e 25. As agendas tiveram como objetivo apresentar o projeto, suas metas, os critérios de participação e as etapas previstas para o acompanhamento dos municípios, além de abrir espaço para o diálogo com gestores e equipes locais sobre os desafios relacionados ao planejamento e à implementação das ações de saneamento básico.
A mobilização integra o trabalho desenvolvido pelo Projeto Saneamento Vivo, vinculado ao Núcleo de Inovação em Estudos de Saneamento Ambiental e Desenvolvimento Territorial (NIESADT), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), em articulação com a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA), por meio do Departamento de Cooperação Técnica (DCT), do Ministério das Cidades. A iniciativa busca apoiar os municípios no fortalecimento da gestão do saneamento e, especialmente, na implementação dos Planos Municipais de Saneamento Básico (PMSBs), aproximando o planejamento das ações efetivamente executadas nos territórios.
No primeiro encontro, realizado em 4 de setembro, participaram representantes dos municípios de Mazagão (AP), São José da Lagoa Tapada (PB), Cezarina (GO), Riachão (PB), Manga (MG) e Turvolândia (MG). No dia 18, estiveram presentes Japaraíba (MG), Taiobeiras (MG), Diamantina (MG), Pindobaçu (BA) e Mutuípe (BA). Já a reunião de 25 de setembro contou com representantes de Vitória do Jari (AP), Floresta Azul (BA), Itapebi (BA), Boa Vista do Tupim (BA), Alto Alegre (RR), Carmo do Rio Claro (MG), Mãe d’Água (PB) e Francisco Badaró (MG).
Com as três agendas, a mobilização realizada em setembro alcançou municípios de Minas Gerais, Bahia, Amapá, Roraima, Goiás e Paraíba, abrangendo as regiões Sudeste, Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A diversidade dos territórios participantes reforça uma das premissas do Saneamento Vivo: compreender que os desafios do saneamento assumem características distintas em cada município e, por isso, precisam ser analisados considerando as condições e necessidades locais.
Para o projeto, esse acompanhamento é fundamental para reduzir a distância entre o planejamento previsto nos PMSBs e sua aplicação prática pelos municípios.
“O nosso trabalho é apoiar o município para que o PMSB não permaneça apenas como um documento de planejamento. A partir do diagnóstico municipal, buscamos contribuir para que aquilo que foi planejado e definido no Plano possa se transformar em ações concretas e em uma política pública de saneamento efetivamente implementada no território”, destaca Jasmyne Maciel, assistente de mobilização do Projeto Saneamento Vivo.
Ao longo das reuniões, os representantes municipais também puderam esclarecer dúvidas sobre o funcionamento do projeto e conhecer o percurso previsto para os municípios participantes. A etapa de mobilização permite estabelecer esse primeiro diálogo com as gestões locais, compreender os diferentes contextos municipais e preparar as bases para o desenvolvimento das próximas ações do Projeto Saneamento Vivo.